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2012 - O ANO DA PROFECIA MAIA

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Pensar não dói... Ou dói?

CORPORAÇÃO, PARTIDO E FAMÍLIA
por Juvêncio de Arruda (*)
Embora negue publicamente, a presidente da OAB Pará, Ângela Salles, em privado, admite que a sucessão foi acertada entre o grupo dela e o do advogado Jarbas Vasconcelos, que seria ou indicaria o Vice-Presidente.
Dias depois o dito ficou por não dito porque, segundo Jarbas, o Partido - o PT, claro - teria decidido que ele deveria ser candidato à Presidência.
Ao governo - estadual e federal - interessa uma Ordem pelega e tutelada, como já ocorre com o movimento sindical e o tal movimento social, MST inclusive, hoje quase uma dependência depentente - vale o pleonasmo - do governo, com direito até a DAS.
Há quem veja também que Jarbas na cabeça seria uma resposta ao avanço do Sobrancelhudo, pois Evaldo Pinto, o candidato da situação, lhe é simpático.
A propósito, o entrelaçamento das famílias com tradição advocatícia e poder público no Pará já está merecendo pelo menos uma monografia.
Os Salles, por exemplo, democráticos, estão presentes em vários grupos de poder: o saudoso Egydio pai era alacidista; o Egydinho petista e Ângela peemedebista.
A família Vasconcelos vai no rumo: Jarbas no PT, o irmão e a cunhada no PMDB, depois de uma uma passagem no PSDB.
O consenso é maior na família Klautau, de tradição católica, liberal e humanista, cujo representante maior foi o velho Aldebaro Klautau.
(*) Juvêncio de Arruda, Cientista Político.
Aqui deixo minha homenagem a quem tanto fez pela proliferação da verdade neste cenário de muito leva-e-traz da nossa cidade, Estado e região... Até breve!

Presidente da OAB mostra apoio a possíveis sucessores

Por Alessandro Cristo (*)
A campanha sucessória para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil começou neste domingo (5/7). Embora as eleições só tenham início em janeiro de 2010 e ainda não haja candidatos oficiais, o atual presidente da Ordem, Cezar Britto, já manifesta apoio a nomes prediletos. Britto fez questão de comparecer à cerimônia de lançamento da campanha do atual secretário–geral da Ordem de Mato Grosso do Sul, Ary Raghiant Neto, à presidência da seccional. O objetivo é privilegiar Vladimir Rossi Lourenço, atual vice-presidente do Conselho Federal, que faz parte da chapa de Raghiant Neto. Se vencer no estado, a chapa terá Lourenço como um dos três conselheiros federais a que cada seccional tem direito de mandar a Brasília.

Outro nome que terá apoio garantido do presidente da Ordem é Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, atual diretor-tesoureiro do Conselho Federal. Cavalcante fará parte de uma das chapas que concorrerão à presidência da seccional do Pará, que ainda não tem candidatos oficiais. Britto, no entanto, já adianta que apoiará o grupo do qual seu diretor participará. “O candidato precisa mostrar ter força na sua base, embora o cargo de conselheiro federal não seja exigido do candidato a presidente nacional”, explica.

As eleições nas seccionais ocorrerão entre setembro e outubro, mas a seccional sulmatogrossense saiu na frente na campanha. “Não tenho apoiado ou rejeitado ninguém, mas tenho simpatia pelos meus diretores”, diz Britto. Outros que também devem ganhar o auxílio do presidente são, no Rio Grande do Sul, Cléa Carpi da Rocha, atual secretária-geral do Conselho Federal, e em São Paulo, Alberto Zacharias Toron, secretário-geral adjunto.

Britto afirma que seu apoio aos candidatos não é institucional, mas pessoal. “Estou pagando viagens do meu próprio bolso”, diz. Ele afirma não ser obrigado a ser independente na escolha. “Não sou magistrado”, justifica. Sem a definição das chapas concorrentes à presidência nacional, o advogado Tércio Sampaio Ferraz Junior aparece como provável candidato de oposição.

(*)ALESSANDRO CRISTO, é repórter da revista Consultor Jurídico

http://www.conjur.com.br/2009-jul-05/presidente-oab-mostra-apoio-candidatos-sucessao

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Koisas do Espaço Aberto

Vamos refrescar a memória. Dizem que tem muita gente rezando pros causídicos terem amnésia. Como boa samaritana, é melhor aquecer a lareira das boas polêmicas.
Tudo é por uma boa causa... ou seria boa KOISA? rsss


É extensa – bastante extensa – a pauta da governadora Ana Júlia Carepa em Brasília, aonde chegou no início da tarde de ontem, após ter sido submetida, ainda que involuntariamente, ao teste de avião.
Ela e o ex-deputado federal José Priante, presidente municipal do PMDB, que estava no mesmo vôo.
Mas isso é outra história.
A pauta da governadora no Planalto inclui a eleição para renovar a composição do conselho da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará.
Ana Júlia, e isso não é novidade para ninguém, é defensora da candidatura do advogado Jarbas Vasconcelos, um de seus mais fiéis amigos e que, não é de hoje, tentar chegar à presidência da OAB estadual.
E por que uma eleição da OAB no Pará motiva Ana Júlia a ir até o gabinete do presidente Lula?
Porque Sua Excelência o presidente da República não quer nem cogitar, por mais remotamente que seja, na possibilidade de um simpatizante dos tucanos vir a ocupar a presidência do conselho federal da OAB.
Lula, inclusive, já se aproximou bastante do atual presidente da Ordem, Cezar Britto. Quem fez o meio-campo, quem fez a ponte foi o advogado trabalhista Roberto Caldas, do Distrito Federal. Ele integra o conselho federal da OAB e é ligadíssimo ao ministro da Justiça, Tarso Genro, que também já atuou na advocacia trabalhista. Os interesses, portanto, são convergentes.
O de Lula, para que um tucano não seja eleito presidente federal da OAB.
E o de Ana Júlia, para que um advogado amigo seu e simpático ao PT ocupe a presidência da OAB-PA, o que confluiria para tornar o conselho federal mais simpático ao PT, ou no mínimo bem distante do PSDB.
É assim.